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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Mosaicos feitos a partir dos biomas brasileiros


Nas aulas de Matemática, orientados pela profª Maíza, os alunos construíram mosaicos tendo como tema os biomas brasileiros. Aproveitando a construção dos mosaicos as aulas de geometria ficaram bastante interessantes e proveitosas.

Cada equipe pesquisou, antes da construção dos mosaicos, as figuras planas e tridimensionais e como se classificava cada uma delas. Foi montada uma apresentação no power point e esta apresentação foi socializada em sala de aula. Em seguida, os alunos tiveram a parte prática que foi a confecção dos mosaicos.

Valeu 7º ano! Os mosaicos ficaram muito bonitos.


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sacolas plásticas podem ser vantajosas

Por Rafaela | Publicado:9 de agosto de 2011
Um estudo elaborado pela Fundação Espaço Ecorecentemente, conclui que sacolas descartáveis podem ser ecologicamente vantajosas em determinadas situações. A análise foi feita com oito diferentes tipos de sacolas. Das plásticas tradicionais às fabricadas com o chamado plástico verde – produzido com cana-de-açúcar – e as oxi-biodegradáveis, todas descartáveis, até as de pano e de plástico duráveis, as de TNT (tecido não tecido) e de papel.
http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1327947_plastic_pollution.jpg
Uma das conclusões do estudo é a de que as sacolas descartáveis são mais ecoeficientes em relação às duráveis quando usadas por consumidores que vão ao supermercado apenas uma ou duas vezes por semana.
Diz o estudo que para quem faz compras mais de três vezes por semana as duráveis são a melhor opção, a não ser que esses consumidores utilizem as descartáveis para colocar o lixo na rua também três vezes por semana.
Diga-se de passagem que o conceito de ecoeficiência – palavra ainda ausente dos dicionários, mas criada para classificar produtos com maior valor agregado de utilidade e menor impacto socioambiental – é relativo e questionável. Depende do resultado que se quer alcançar. Na minha modesta opinião, daqui para frente, o que é supérfluo e descartável é antiecológico.
Por isso não vejo ecoeficiência em produtos feitos para virar lixo em poucos minutos, a menos que sejam extremamente úteis, como material hospitalar, por exemplo. E sacolas distribuídas gratuitamente a torto e a direito no comércio, além de desperdiçar recursos naturais são também o combustível de um desastre ambiental já em andamento nas ruas das cidades e principalmente nos oceanos, com as toneladas de saquinhos plásticos invadindo cada vez mais as águas.
Contra esse fato não há argumento plausível de ecoeficiência. Governantes de vários países sabem disso e estão agindo. Basta ver outro estudo, chamado “A sacola plástica na América Latina e no mundo”,publicado no site da Associação Latinoamericana de Supermercados (Alas).
O presidente do Instituto Akatu de Consumo Consciente, Hélio Mattar, fez o resumo da ópera em uma declaração à Agência Estado, quando falou das sacolas descartáveis: “Não dá para gastar água, energia e matérias-primas em um produto que depois será jogado no lixo. Esses recursos são limitados e o ideal é investir em bens mais duráveis”.
Na pior das hipóteses, cobrar pelas sacolas descartáveis é uma forma de fazer o consumidor pensar nisso antes de gastar dinheiro com elas. Porque infelizmente, para nós seres humanos, o que vem de graça não tem valor. Nem bons conselhos.
Fonte: Planeta Sustentável

Proibição ao bisfenol A pode ser ampliada para outras embalagens

A decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de proibir a venda e a fabricação de mamadeiras com bisfenol A no Brasil pode ser estendida para outras embalagens de plástico que contenham a substância. O composto é utilizado na fabricação de plásticos.
Estudos recentes mostram que a substância poderia provocar puberdade precoce e alterações no sistema reprodutivo, mas não há resultados conclusivos sobre o risco em seres humanos.
Segundo a assessoria de imprensa da Anvisa, o Mercosul está discutindo a proibição da venda e fabricação de outros utensílios que contenham bisfenol A e entrem em contato com alimentos, além das mamadeiras.
A decisão do grupo será tomada em novembro, ainda de acordo com a Anvisa.
Se os integrantes do Mercosul concordarem em proibir o comércio de outras embalagens com bisfenol A, cada país deverá fazer seu processo de regulamentação.
No Brasil, esse processo envolve consulta pública, mas, segundo a Anvisa, é possível que seja excluída a discussão sobre a proibição às mamadeiras com bisfenol A, já que esse assunto foi antecipado por precaução.
Justiça -Synésio Batista Costa, presidente da Abrapur (Associação Brasileira de Produtos Infantis), diz não ser contra a decisão da Anvisa, mas critica o prazo de três meses para vender todo o estoque.
Costa diz ter convocado uma assembleia com fabricantes de mamadeiras do país para a próxima semana.
Dependendo do que for decidido, poderá processar a Anvisa. “Se não tiver jeito, vamos ter de ir para a Justiça.” (Fonte: Mariana Versolato/ Folha.com)

Animais invasores causam sérios problemas no país

Alguns animais, aparentemente inofensivos, estão se transformando em praga e causando sérios problemas no país. Eles chegaram de outras regiões do planeta por acaso ou trazidos para criação. No entanto, todos são espécies invasoras, sem inimigos naturais e difíceis de controlar.
Os javalis foram trazidos da Europa por criadores do Uruguai. Era uma aposta para a produção de uma carne mais exótica, mas não deu certo. Muitos animais fugiram das fazendas, cruzaram a fronteira e já chegaram a São Paulo. Do cruzamento com os porcos domesticados nasceram os javaporcos. “Nós já contamos bando com 40, 45 porcos. Já perdemos a conta”, conta o produtor Renato Elzer. Uma fêmea gera de dez a doze crias por ano. Para defender a plantação, os agricultores instalam cercas elétricas e outras armadilhas.
No entanto, os invasores nem sempre atacam por terra. Nas usinas hidrelétricas do interior de São Paulo, um molusco se transformou em um grande problema. De origem asiática, o mexilhão dourado encontrou condições ideais de sobrevivência e de reprodução. Eles chegaram a bordo de navios., desembarcaram na Argentina e subiram pelo Rio da Prata. Hoje, todas as usinas do Rio Paraná e seus afluentes são obrigadas a parar cada turbina, uma vez por ano, para retirar os mexilhões.
“Vai obstruindo toda a tubulação e isso traz um prejuízo enorme para o sistema de refrigeração turbina-gerador”, explica Antonio Carlos Garcia, gerente de operações da AES-Tietê. Na usina de Itaipu, os técnicos foram obrigados a construir um sistema duplo de refrigeração das turbinas que evita a entrada dos mexilhões.
Um outro bicho atormenta os moradores de 23 estados brasileiros e adora viver nas cidades. Esse caramujo foi trazido da África por criadores brasileiros que pretendiam vender a carne. A ideia do escargot caipira também fracassou e o caramujo se transformou em uma praga que pode transmitir verminose e até meningite. A médica sanitarista Maria Helena Abreu recomenda que sempre se proteja as mãos com luvas de borracha antes de recolher os moluscos. Depois, é só colocar em um balde com água: são necessárias cinco colheres de sal para cada litro de água. “Após três horas, eles podem ser colocados em um saco e depositados na coleta domiciliar de lixo”. (Fonte: G1)

Mobilis de garrafa pet

Nas aulas de Ciências orientados pela prfª SilvaNa e Feliciano os alunos estão confeccionando mobilis de garrafa pet. Vejam o passo a passo desta construção.
Do que você precisa:
1 garrafa PET de 2 litros, tesoura, linha, caneta para retroprojetor de ponta fina, martelo, prego, a tampa da garrafa, o anel da garrafa e os moldes dos animais.
Como fazer:
  1. Recorte a garrafa como nas fotos. Separe a parte que parece uma folha curva.
  2. Recorte a parte de cima da garrafa em forma de espiral, como uma casca de laranja.
  3. Com o prego, faça um furo no fundo e seis na lateral da parte de baixo da garrafa, e mais dois na tampa.
  1. Amarre com a linha, na parte de cima, o anel e, no fundo, a tampa. Os fios passam pelos furos. Deixe a tampa encostada no fundo da garrafa e corte o excesso de fio.
  2. Depois disso, atarraxe a parte de cima da garrafa na tampa.
 
  1. Agora, com a parte da garrafa que foi separada, desenhe as silhuetas dos animais do molde e depois recorte.
  2. Fure cada uma das silhuetas na parte de cima e passe a linha pelos furos. Cada linha terá um tamanho diferente: a maior vai ficar na mesma altura do final da espiral e, nela, vai ficar a libélula. Nas curvas seguintes, ficam o tubarão, a perereca, o pterossauro, o tigre dentes-de-sabre e, por último, a dinórnis. Cada linha diminui e acompanha as curvas da garrafa.

Oficina de bonecos nas aulas de História

Orientados pela profª Lene e pelo prof. Max nas aula de História, os alunos do 7º ano estão na produção de bonecos de jornal para representar os personagens dos biomas brasileiros.

Vejam um video onde há uma demonstração da confecção de bonecos.

Meio ambiente e cidadania

Para incentivar e ficar atento as necessidades do outro e do meio ambiente, dispomos de postos de coletas de materiais reciclados e doações para um mundo melhor.
Vejam o que nossos alunos doam:
*Pilhas e bateriais;
*Tampinhas de garrafa pet;
*Lacres de latinhas;
*Embalagem com metal;
*Lâmpadas;
*Notas fiscais.

www.portinari-ba.com.br

terça-feira, 7 de junho de 2011

Coleta seletiva em Barcelona

Vejam que beleza de coleta seletiva! Será que nossa cidade vai chegar a este ponto? Assista ao video

video

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Energia Nuclear? Não obrigado!

Você concorda com a implantação de uma Usina Nuclear na Bahia? Leia o texto abaixo e depois responda nossa enquete.

Vivemos em um país solar. Quase não conseguimos identificar as estações do ano. O vento corta nosso litoral e planaltos. Nossos rios alimentam nossa terra. Pra quê?
A recente tragédia no Japão já expulsou mais de 30.000 moradores de suas casas e contaminou animais, solo, água e alimentos. Chemobyl se repete.
A energia nuclear é a mais clara dentre todas, e também a mais perigosa. Países da Europa como Alemanha e Itália já declararam que fecharão suas usinas atômicas. O Japão divulgou a intenção de ter 20% de sua matriz energética proveniente de fontes renováveis. E o Brasil quer construir 4 novas usinas nucleares, uma delas na Bahia, perto do já combalido Rio São Francisco. Usarão suas águas para refrigerar a usina atômica e o sertão pra enterrar o lixo atômico.
O Urânio que alimenta as usinas nucleares de Angra I, II e futuramente III sai da cidade bahiana de Caetité. Lá, um complexo mineiro-industrial tem sido apontado como responsável pela contaminação das águas subterrâneas e diversas outras irregularidades.
Esse urânio segue pelas nossas estradas até o porto de Salvador. Roda pela nossa cidade anonimamente.
A energia nuclear é obsoleta, cara e perigosa. Insistir em sua utilização, usando argumentos mentirosos de que ela ajudaria no combate ao aquecimento global só colocará mais de nós em risco.
Precisamos garantir a adoção e uso crescente de energia renováveis. Sol, vento e água para um futuro sustentável!

TEXTO EXTRAÍDO DO FOLHETO DO PARTIDO VERDE

domingo, 5 de junho de 2011

Glossário Ilustrado

Durante esta semana concluímos a 1ª etapa do nosso Glossário Ilustrado. Esta atividade objetiva retomar os conteúdos trabalhados em sala na disciplina de Ciências, como também resignificar conceitos ecológicos indispensáveis ao processo de Educação Ambiental.

Valeu 6ª série vocês capricharam na atividade! Parabéns!
Um grande abraço,
Profª Silvana Guimarães e Prof. Feliciano Jandiroba.